Sites, lojas e sistemas que já estão no ar.Uma página com o seu nome no endereço.

O acervolins.com foi construído e é mantido aqui: catálogo, checkout, nota fiscal, etiqueta e conta do cliente. Quando a gente diz que dá para operar sem intermediário cobrando comissão no meio, é porque a gente opera.Perfil de rede social não é endereço: quem procura o seu trabalho vê o que o aplicativo resolveu mostrar naquele dia. Uma página onde cabe o seu trabalho, a sua história e o botão para te chamar — e um link para mandar quando alguém pedir.

À distância, para todo o Brasil.

Página inicial do site acervolins.com, com as capas em edição especial e o botão de compra
A mesma loja aberta no celular, com a capa do livro e o botão de compra

acervolins.com, no ar agora. Catálogo, checkout, rastreio e conta do cliente.

Para quem é.

  • Quem vende só pelo InstagramO pedido chega por mensagem, o preço é repetido vinte vezes por dia, e no fim do mês não existe registro do que foi vendido para quem.
  • Quem paga comissão de marketplaceVender na plataforma dos outros custa uma fatia de cada pedido e deixa a lista de clientes com ela. Loja própria muda de quem é essa lista.
  • Quem opera em planilhaEstoque numa aba, pedido em outra, etiqueta feita à mão. Funciona até o volume dobrar, e aí o erro passa a custar mais caro que o sistema.
  • Quem tem site e ele não trabalhaPágina que ninguém encontra na busca, que demora a abrir no celular ou que não diz de onde veio a visita que virou cliente.
Victor Lins em pé, de camisa preta, conferindo a foto no visor da câmera em luz natural

Quem conduz

Victor Lins

Ele constrói e mantém. O acervolins.com — catálogo, checkout, nota fiscal, etiqueta e conta do cliente — foi feito por ele e está no ar agora, com pedido real entrando.

88.208

seguidores no @vhslins

mais deR$ 1milhão

de faturamento em 18 meses

mais de5mil

clientes atendidos

27

estados, todo o Brasil

Os números são do Acervo Lins, a casa editorial que o Victor fundou em 2024 e que opera a própria loja, o próprio tráfego e a própria logística. O preço desta página é o de entrada: as condições de lançamento dizem até quando ele vale.

O que fica atrás da vitrine.

A loja é a parte que o cliente vê. A parte que decide se a operação aguenta é esta: onde está cada pedido, o que já foi pago, o que falta despachar.

Painel de demonstração: os nomes, as cidades e os valores são fictícios, criados para esta página. A tela é desenhada, não é captura de sistema de cliente — dado de cliente não vai para site público, nem borrado. O que ela mostra é o tipo de painel que a gente constrói, e é o mesmo que roda no Acervo Lins todo dia.

O que a gente já construiu e mantém.

Nada desta lista é promessa de que dá para fazer. Tudo isso está rodando no Acervo Lins hoje.

Catálogo e checkout

Produto, carrinho, pagamento em cartão e Pix, cupom e cálculo de frete pelos Correios ou por transportadora.

Nota fiscal

Emissão automática no momento certo do pedido, com o arquivo indo para o cliente sem ninguém digitar nada.

Etiqueta e rastreio

Etiqueta gerada e impressa a partir do próprio painel, e o código de rastreio devolvido ao cliente sozinho.

Conta do cliente

Cadastro, histórico de pedidos e acompanhamento de entrega, para o atendimento parar de responder “cadê o meu”.

Painel de operação

A tela acima: pedidos, situação de cada um, faturamento e o que falta despachar, em um lugar só.

Medição

Visita, origem e conversão medidas desde o primeiro dia, para a campanha ter em que se apoiar.

  • Página de catálogo do acervolins.com, com a edição, a chamada e o botão de compra
    A estante, no ar
  • Página de produto com preço parcelado, desconto de pré-venda e o contador de exemplares restantes ligado ao estoque
    Página de produto
  • Primeiro passo do checkout próprio, em branco: compra como convidado, com os quatro passos numerados no topo
    Checkout em quatro passos
  • Passo de entrega do checkout, com quatro modalidades de frete cotadas pelos Correios e pela Jadlog, cada uma com prazo e preço
    Frete cotado ao vivo
  • Passo de pagamento do checkout, com as três formas de pagamento, o campo de cupom e o total já com o desconto do Pix
    Cartão, Pix e boleto
  • Tela de entrada da conta do cliente, com acesso por código enviado por e-mail, sem senha
    Conta do cliente

Capturas do acervolins.com no ar, feitas do site público. O checkout foi percorrido com dado de demonstração — nenhum dado de cliente entra aqui, e nenhum pedido foi criado para tirar estas telas.

O que construímos, e quanto custa.

O preço é fechado em cima de uma lista do que entra, e a lista vem antes do número. Os pacotes abaixo existem para você saber se vale começar a conversa.

Site e página

unidade: seções

  1. Página única

    R$ 2.200

    Um objetivo só, ligada ao WhatsApp ou ao checkout, medida por campanha desde a publicação.

  2. O que a gente indica

    Site institucional

    R$ 3.500

    Até 5 seções, no seu domínio, com o texto escrito junto com você. Estrutura para busca e medição de visita.

  3. Site completo

    R$ 6.500

    Até 10 seções, com blog ou portfólio que você mesmo atualiza sem pedir nada a ninguém.

Loja

unidade: como o pedido fecha

  1. Catálogo com pedido

    R$ 5.500

    Produtos, busca e carrinho, com o pedido fechando no WhatsApp. Sem checkout.

  2. O que a gente indica

    Loja com checkout

    R$ 10.000

    Cartão e Pix, cálculo de frete, conta do cliente e rastreio. O dinheiro entra na sua conta, sem comissão de plataforma no meio.

quando a loja precisa vir com nota fiscal, etiqueta e painel de gestão, é Operação completaR$ 20.000

Sistema interno

unidade: fluxo

  1. Um fluxo definido

    R$ 15.000

    Pedido, estoque, etiqueta ou nota — um deles, bem resolvido. Não é a empresa inteira de uma vez, e isso é o que faz o projeto terminar.

a operação inteira integrada, em vez de um fluxoR$ 20.000

Operação completa e aplicativo

dois destinos do mesmo porte

Operação completa

R$ 20.000

Loja, emissão fiscal, etiqueta e painel de gestão, integrados. Seu cliente resolve tudo pelo navegador, num link que você manda.

Aplicativo

R$ 20.000

iOS e Android, com conta, catálogo e pedido, reaproveitando a base que a gente já mantém. Ícone na tela do celular e presença na loja de aplicativos.

Os dois custam o mesmo porque são do mesmo tamanho. O que muda é onde a coisa vive. Quem precisa dos dois costuma começar por um — qual, a gente decide na conversa.

Manutenção

unidade: mês

Opcional, e só é contratada depois de o projeto estar no ar. Não é condição para nada.

  1. Básica

    R$ 400 por mês

    Hospedagem acompanhada, atualização de segurança e correção do que quebrar.

  2. O que a gente indica

    Ativa

    R$ 900 por mês

    Mais 4 horas por mês de mudanças pedidas por você, sem virar orçamento a cada ajuste.

  3. Parceria

    R$ 1.800 por mês

    Mais 10 horas por mês e prioridade de atendimento.

Hospedagem e serviços de terceiros são contratados no seu nome e pagos por você. São os valores praticados hoje, e a condição de ajuste está em O combinado.

Preço de entrada da frente de software, praticado enquanto construímos os primeiros casos com nome de cliente. É uma das condições de lançamento

Por que esta frente custa um terço do mercado.

Levantamos o mercado brasileiro de desenvolvimento sob medida em julho de 2026. Loja com checkout próprio começa em R$ 15 mil. Sistema interno sob medida, em R$ 40 mil. Aplicativo com conta e pedido, em R$ 60 mil. São pisos, e a maior parte do mercado trabalha acima deles.

  • Loja com checkout

    começa no mercado emR$ 15 mil

    no Estúdio LinsR$ 10 mil

  • Sistema sob medida

    começa no mercado emR$ 40 mil

    no Estúdio LinsR$ 15 mil

  • Aplicativo

    começa no mercado emR$ 60 mil

    no Estúdio LinsR$ 20 mil

Um preço a um terço do mercado levanta a pergunta certa: o que está faltando. No trabalho, nada — e dá para conferir agora, nesta aba. O acervolins.com está no ar com catálogo, checkout, cálculo de frete, rastreio, conta do cliente, emissão fiscal e painel de gestão. É o mesmo tipo de sistema que está nesta tabela, foi construído inteiro por nós para a nossa própria empresa, e é ele que sustenta os números do começo desta página.

Passo de pagamento do checkout do acervolins.com: cartão, Pix e boleto, campo de cupom, e o resumo com produto, frete grátis, desconto do Pix e totalPasso de pagamento do checkout do acervolins.com: cartão, Pix e boleto, campo de cupom, e o resumo com produto, frete grátis, desconto do Pix e total
O passo de pagamento do checkout do acervolins.com. Cartão, Pix e boleto, cupom e o total fechando com o frete — a linha “Loja com checkout, R$ 10 mil” desta tabela, no ar.

Este é o preço de agora. Quando dois destes projetos estiverem no ar com o nome de quem contratou, a tabela sobe. Quem entrar antes fica no preço de entrada, inclusive nas etapas seguintes do mesmo projeto.

Como funciona.

Outro ritmo do de foto e vídeo, e é de propósito: aqui o que protege os dois lados é a lista de escopo, não a lista de fotos.

Descoberta

A gente entende o que você vende, como o pedido chega hoje e onde ele se perde. Boa parte do que chega como pedido de site é problema de processo, e isso a gente diz antes de orçar.

Escopo

A lista do que entra e do que fica de fora, com o preço fechado em cima dela. Nada começa antes de você concordar com essa lista.

Construção

Feita em partes que você vê funcionando conforme ficam prontas: primeiro a estrutura, depois o conteúdo, depois pagamento e integração.

No ar

Publicado no seu domínio, com a medição ligada. Antes de abrir para o público a gente faz uma compra de verdade, de ponta a ponta — checkout testado só em modo de teste não conta como testado.

Depois

Você recebe os acessos e um passo a passo do que dá para mexer sozinho. Manutenção mensal é opcional e não é condição para nada.

Como a entrega é feita.

No ar, no seu domínio

O domínio é contratado no seu nome e a gente configura. Se o endereço já existe, a troca é feita sem o site sair do ar.

Com os acessos na sua mão

Painel, hospedagem e serviços ficam em contas suas. Você não precisa da gente para entrar, e não precisa da nossa autorização para sair.

Testado com dinheiro de verdade

Antes de abrir para o público, um pedido real é feito do começo ao fim: pagamento, confirmação e o que vem depois dele.

Medindo desde o primeiro dia

Visita, origem e conversão ligadas na publicação, para você não descobrir em três meses que nunca soube de onde vinha o cliente.

Perguntas que a gente recebe.

O site fica no meu nome?

Fica. O domínio é contratado por você, e o painel, a hospedagem e os serviços ficam em contas suas. A gente trabalha dentro delas com acesso — que você pode tirar quando quiser.

Quem paga a hospedagem?

Você, e direto ao serviço. Para um site institucional costuma ser um valor pequeno por mês; para uma loja com movimento, depende do volume. O número aparece na conversa de escopo, antes de você aceitar, e não passa pela gente.

Eu consigo mexer sozinho depois?

No que for conteúdo, sim: texto, foto, produto e preço são feitos para você editar sem pedir nada a ninguém. Mudança de estrutura — página nova, integração nova — é trabalho, e aí a gente conversa.

Quanto tempo leva?

Depende do escopo, e o prazo entra no orçamento junto com ele. Não publicamos prazo padrão porque uma página de vendas e uma loja com checkout, nota e etiqueta não são o mesmo trabalho nem de longe.

Meu site atual precisa ser refeito do zero?

Nem sempre. Às vezes o que está travando é velocidade, estrutura de busca ou o caminho até o botão de compra, e isso se conserta no que já existe. A gente olha antes e diz qual dos dois é — inclusive quando a resposta for a mais barata para você.

Vocês integram pagamento e nota fiscal?

Integramos, e é o que está rodando no acervolins.com hoje: cartão, Pix, emissão de nota, etiqueta dos Correios e rastreio devolvido ao cliente. É a parte que costuma ser terceirizada, e é justamente onde a operação trava quando ninguém é dono dela.

Vocês trabalham à distância?

Trabalhamos, para todo o Brasil. Site, aplicativo, sistema e tráfego não exigem presença. Só foto e vídeo são presenciais, e essas saem de Gravatá/PE.

Por que vocês são tão mais baratos que o mercado?

Porque falta o nome de um cliente na frente desta frente. O trabalho está no ar e dá para conferir: o acervolins.com foi construído e é mantido aqui, com checkout, frete, nota fiscal, etiqueta e painel.

Quando dois destes projetos estiverem no ar com o nome de quem contratou, a tabela sobe. Quem entrar antes fica no preço de entrada, inclusive nas etapas seguintes do mesmo projeto.

Por que o aplicativo custa o mesmo que a operação completa?

Porque são do mesmo tamanho. Um aplicativo com conta, catálogo e pedido e uma operação web completa são projetos de porte parecido; o que separa os dois não é volume de trabalho, é canal. Se o seu cliente resolve tudo pelo navegador, a operação completa dá conta; se você precisa de ícone na tela do celular dele e de presença na loja de aplicativos, é o aplicativo.

E se eu quiser trocar de fornecedor depois?

Os acessos já são seus desde o começo, então a troca não depende da nossa boa vontade nem de negociação. É o contrário do que costuma acontecer, e é o motivo de essa linha estar escrita aqui.

O combinado.

  • O domínio e os acessos ficam no seu nome. A gente trabalha dentro deles com acesso, e você tira o acesso quando quiser.
  • A hospedagem e os serviços de terceiros são contratados e pagos por você, direto a eles. O valor entra na conversa de escopo.
  • O Estúdio Lins mantém o direito de exibir o trabalho no portfólio e em campanhas próprias.
  • Site, aplicativo, sistema e tráfego são feitos à distância, para todo o Brasil. Foto e vídeo são presenciais e saem de Gravatá/PE.
  • A lista de escopo é o contrato dos dois lados. Correção do que estiver fora do combinado é ilimitada e sem prazo; mudança de escopo entra como novo item, orçada antes.
  • Estes são os valores praticados hoje, e são o preço de entrada desta frente. Quando dois projetos estiverem no ar com o nome de quem contratou, a tabela sobe — e quem já entrou fica no preço de entrada, inclusive nas etapas seguintes do mesmo projeto.

Conte como o pedido chega até você hoje.

A partir daí a gente diz o que construiria primeiro, e quanto custa. Voltamos com escopo e proposta.

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